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Pessoas melhores

Escola Artigos

ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

Fonte/Autor: ARMINDO MOREIRA/FILÓSOFO

Atualmente, o diretor de uma escola é escolhido por eleição. Nesta eleição, têm voto os professores, alunos e funcionários da escola. Geralmente, o eleito é um professor. Então, um professor – o de Geografia, por exemplo – passa a ser o diretor da escola. Este método de escolher diretores de escola é bem aceito, por ser democrático.

 

O novo diretor, quando assume o cargo e começa a trabalhar nele, depara-se com problemas bem diversos entre si. Terá questões referentes ao aproveitamento escolar, ao comportamento dos alunos e ao desempenho dos funcionários; receberá queixas de alunos, de professores, de pais e de funcionários; além disto terá as obrigações estritamente burocráticas. Dose para valentes!!

 

Assim, um professor assume as tarefas de diretor, sem preparação prévia – nem teórica nem prática. No entanto, não parece difícil entender que é ou pode ser nocivo para o ensino esta lei que permite entregar a direção duma escola a quem não recebeu preparação específica para tão exigente função. Esta maneira de escolher diretores é a transformação dum bom professor em aprendiz de diretor.

 

Com apoio no que acima foi dito, pode-se propor e discutir o seguinte:

 

1 – Uma escola pode ser mais eficiente, se o respectivo diretor tiver frequentado um Curso de Direção Escolar.

 

2 – O currículo deste curso – do Curso de Direção Escolar – deve ser feito pelo C.D.E, isto é: pelo Conselho de Diretores de Escola.

 

3 – O C.D.E pode ser constituído por 11(onze) diretores: 5(cinco) que estejam com menos de quatro anos de mandato e 6(seis) que já tenham mais de 8(oito) anos de mandato. É de esperar que os menos experientes apresentem mais problemas e que os mais experientes apontem melhores soluções.

 

4 – O C.D.E será convocado e organizado pelo Ministério da Educação (ou pelo Ministério da Instrução), de cinco em cinco anos, para decidir se o currículo do Curso de Direção de Escola deve ser mantido como está ou se deve ser alterado; e para alterá-lo, se acha conveniente.

 

5 – O funcionamento das escolas públicas melhorará, se estas sugestões forem discutidas, analisadas e postas em prática, quando e onde for possível.

 

Como acabamos de ver, melhorar o ensino não é tarefa de heróis ou de sábios. Simples e humildes cidadãos podem melhorá-lo.

 

 

Curitiba(PR), 03.12.14.