Estudar para aprender significa estudar pouco, mas todo o dia.

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Outras Iniciativas

Uma cidade que lê

Dilma Morais Negromonte, Secretária de Saúde do Município de Santa Luzia-PB, ao entrar no mundo fantástico do Facebook, sentiu uma alegria enorme de poder desbravar territórios desconhecidos, mas ao mesmo tempo, observou a quantidade de erros gramaticais expostos nas postagens e a falta de entendimento e interpretação dos enunciados.

Juntando isto, à função exercida, concluiu que “educação é um caso de saúde pública”.

Sentiu que precisava fazer alguma coisa, no sentido de incentivar o hábito da leitura e procurou patrocinadores que pudessem doar livros para as crianças. Foi ai que nasceu o projeto “Uma cidade que lê”, a partir de Abril de 2014.

Envolveu professores, juiz, delegado, prefeito, vereadores, padre, empresários, médicos e com isso tem abastecido as escolas com livros e entusiasmado aqueles que acreditam no poder da leitura de bons livros, na formação de Pessoas Melhores.

Com o apoio deste projeto, “os professores é que estão fazendo um belo trabalho nas escolas”, inclusive sugeriram produzir umas casinhas/estantes, para cada sala de aula, para armazenar os livros.

Fora das escolas, o trabalho também está envolvendo grupos da Saúde da Família e o Sesi Conhecimento, onde fazem contação de história.

Algumas fotos para ilustrar o projeto.

No Facebook: Uma cidade que lê.

Ler é viajar sem sair do lugar.

Mariza Schiochet é professora de Português e Literatura. Aposentou-se do Estado recentemente, mas continua lecionando nas escolas municipais de Joinville. Ela [...]

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Depoimentos

Décio Adams

Nesse texto encontrei uma passagem que eu aplicava nos meus anos de estudos no Seminário, na época Ginásio. Até latim estudei e aprendi. O que nunca deixava de fazer era escrever, reescrever. Quando o conteúdo estava em um livro, eu lia o texto com atenção e fazia um resumo com o que ficara memorizado. Comparava o resumo com o texto e completava as lacunas existentes e assim me tornei um aluno destacado em todas as disciplinas. Não havia aquela em que eu não fosse o detentor de uma das melhores notas ao final de cada período de avaliação. Não foi por nada que, enquanto essa prática persistiu, estava praticamente sempre classificado em um dos três primeiros lugares da turma, na hora da Leitura de Notas e classificação em lugares por média final. Maior parte das vezes era o primeiro, algumas o segundo ou terceiro. Isso me deixou com um sentimento inicialmente de superioridade, mas depois percebi que tinha descoberto uma forma particular de aprender qualquer conteúdo. Assim passei o resto de minha vida escolar, depois acadêmica. Fiz diversos concursos e praticamente em todos fui aprovado. Ao escrever, fazemos exatamente o que diz o texto: escrevemos no cérebro. O movimento das mãos ao redigir o texto gravam nas estruturas neuronais da memória de modo indelével o teor do que foi estudado, escrito.
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